Centenas de estrangeiros chegam a BH para estudar em escola de negócios

Reunidos em evento de boas-vindas, 439 alunos estrangeiros de escola de negócios global chegam para diversificar os sotaques da cidade

  • por em 15 de janeiro de 2020

(Foto: Vânia Coimbra)

Centenas de jovens de outros países escolheram a capital mineira para estudar, por pelo menos um semestre, na unidade brasileira da escola de negócios global Skema Business School, uma organização sem fins lucrativos de origem francesa, presente em cinco continentes, que conta com sete unidades próprias ao redor do mundo, sendo uma delas em Belo Horizonte.

São 439 estudantes ao todo, sendo a maioria alunos de mestrado com idades entre 22 e 25 anos. Como alguns deles têm dupla cidadania, o grupo representa de um total de 14 países diferentes: Argélia, Bélgica, China, Costa do Marfim, Egito, França, Guiné, Itália, Líbano, Marrocos, Mauritânia, Portugal, Serra Leoa, Tunísia.

As alunas francesas Carla Maritaud (23) e Wendy Razafindraibe (24) queriam conhecer melhor sobre o mercado da América Latina e escolheram Belo Horizonte para completar seus cursos de mestrado por se sentirem atraídas pela cultura brasileira. Ambas já estudaram no campus da cidade de Raleigh, nos EUA, e aproveitaram a oportunidade para ampliar ainda mais as suas experiências.

Outro aluno, Sanjith Prasad (24), nascido na Índia, diz que já se sente “em casa” após pouco mais de uma semana em BH: “escolhi vir para o Brasil, pois acredito que o país tem muitas coisas em comum com a Índia”.

A instituição já trouxe dois mil estudantes estrangeiros para Belo Horizonte desde 2015, quando iniciou sua atuação no Brasil. “Todos os campi da Skema estão localizados em reconhecidos centros de negócios e próximos a polos tecnológicos e industriais, para que ofereçam aos estudantes boas oportunidades e perspectivas de carreira”, explica a reitora da SKEMA no Brasil, Geneviève Poulingue, sobre a escolha de Belo Horizonte para a instalação do primeiro campus da escola na América Latina. Além disso, ela completa que o Brasil continua exercendo uma atratividade muito grande sobre os jovens.

Impacto na economia local

Os estudantes irão estudar e viver em BH durante cinco meses, no mínimo. A instituição estima que cada um deles tenha um gasto de aproximadamente mil euros por mês com habitação, hospedagem, alimentação, transporte e entretenimento, além do turismo e dos estudos. Convertendo para a moeda brasileira, isso representa um impacto de aproximadamente dois milhões de reais por mês na economia local.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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